Sou uma mulher de muitas paixões e muitos blogs. Estou em todas as redes sociais. Quando eu morrer, na minha lápide estrá aquela famosa inscrição "Enfim OFF Line".
Piadinha mais batida!
Piadinha mais batida!
Há alguns anos me separei após ter me dado conta de que passei mais de metade de minha vida envolvida com pouquíssimoshomens, o que foi bom pra que eu descobrisse algumas coisas, mas sob outro aspecto, foi um desperdício.
E depois que separei, vi um novo mundo: um universo paralelo. Descobri coisas sobre mim que jamais imaginei. E gostei dessa nova eu. Na verdade, me apaixonei por essa mulher. E mais do que por qualquer outra pessoa que eu tenha conhecido.
Há meses, fui picada novamente pela abelhinha do "criar um novo blog". Fiquei com muito tesão nessa idéia, pórque desta forma, eu poderia compartilhar essa vida nova, intensa e rica de experiências, sensações e sentidos com os quais a alimento diariamente.
E eu so entraria nessa se visse algo determinantemente interessante. Então resolvi me questionar sobre essa motivação e enfim a encontrei.
Na internet e na vida real, está cheio de mulheres comuns. Mulheres vaidosas, cheias de restrições, não me toques, conceitos préconcebidos, vivendo suas vidas chatas atrás de um homem que as complete e blablablá. Eu não sou essa.
Tenho um pensamento altamente masculino, o que me permite transitar entre esses dois universos, sem pedir autorização ao guardião destes portais.
Na verdade, ter cabeça de um homem médio num corpo de uma mulher em seu auge é um privilégio que, a meu ver, abre muitas portas e me dá um olhar único em relação às atitudes dos homens e mulheres que simplesmente vivem, não se questionam sobre o outro tipo de vida que poderiam levar.
Eu não me conformo muito com isto, mas juro que vou tentar me bastar só de saber que, através de mim, estas pessoas (você), poderão sentir e dividir comigo o quão livre uma mulher pode ser.
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