quinta-feira, 27 de setembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O problema dos homens bonzinhos, legais e que querem relacionamento sério, não é serem bonzinhos, legais ou que quererem relacionamento.
O problema deles é serem feios.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Transferir para outro o poder que você tem é uma opção.
Mas então jamais diga que é protagonista da sua vida.
A decisão pode ter um preço ou uma recompensa.
A responsabilidade, a consciência e a coragem tem um peso.
O peso de despertar e assumir quem você genuinamente é.
Porem neste caso, terá que abrir mão do comodismo e da inércia.
Não dá pra ter tudo.
A vida é nada misturado com um monte de coisas.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Um homem só é galinha enquanto não encontra a mulher que lhe arrebate o coração...
Impiedosamente de preferência.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Avida não oferece garantias.
Porque ela oferece coisa muito melhor.
O casamento é a última tentativa desesperada de tentar salvar o relacionamento.
E geralmente só funciona por algum tempo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A maioria das pessoas realmente acredita que felicidade é só a ausência de infelicidade.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Você e Eu


Voce escuta os motores, as buzinas e as lamúrias.
Eu escuto pássaros, grilos e o vento.

Voce vê o cinza, o metálico e todas as coisas inventadas.
Eu vejo o verde, o azul e toda a criação.

Voce sente o ar condicionado gelado, o cloro da água e a desarmonia.
Eu sinto a brisa, o calor e o amor que existe em todas as coisas ao meu redor.

Voce diz que me arrisco subindo montanha, me enfiando no mato...
Quando o único risco que conhece é o de perder o emprego escravizante.

E você me pergunta como eu consigo...
Como eu consigo viver longe dos shoppings, dos carros, das pessoas...
E eu me pergunto “Ou eu estou ficando louca ou era eu que devia perguntar como você suporta?!”
Como você suporta?....
Como você tem a coragem de me dizer que não consegue dormir sem barulho...
Que sente gosto de barro do meu filtro...
Que não entende minha “alienação, há tanto tempo sem televisão...
Que se incomoda com a falta de movimento da minha vida.

Eu sou feliz...
Eu sei o gosto que as coisas tem sem agrotóxicos...
Eu sei o cheiro que tem a folha....
Eu sei o que a terra me dá quando enfio os dedos dos pés nela...
Eu sei agradecer o alimento, a vida e cada pedacinho perfeito desse mundo que deus fez pra mim...
Eu sei.

Entao eu olho pra você e sinto pena.
Não é pena por eu ser melhor, porque não sou.
É pena de compaixão.
É pena de tentativa de compreensão.

Porque você fala de amor e não percebe que é por amor que você está aqui!
É por amor que você está agora tendo a oportunidade de me questionar!
É por amor que você existe e sempre existirá!

Não pergunte se há falta de amor no mundo...
Ame!
Porque quem ama e agradece, não tem tempo de ver o feio.
Se reconectar não é simplesmente um clichê de bicho grilo...
Se reconectar à mãe é essencial para que você pare com suas reclamações, ingratidões e com esses tantos remédios pra dormir...
Pois quem vive a vida, a noite está cansado demais para se entorpecer...
De alcool, TV, remedio e sexo.

Entao...
Sinta o gosto, o cheiro, o silêncio, a beleza desse planeta perfeito...
Tenha gratidao infinita, porque por merecimento não estaríamos aqui.
Ame...
Viva...
Sinta toda essa energia que passa pro você nesse instante.
E te move, e te carrega, e te beija...

A perfeição está em toda parte.
Alucinada para que você a veja
E finalmente compreenda o que a plenitude é.

E você tem que fazer so uma coisa:
Esquecer tudo o que acha que sabe.

Porque para ascender,
Você precisa se esvaziar.

E então...
Em qualquer lugar que esteja, inclusive no meio do caos...
Voce poderá olhar pela janela...
Suspirar profundamente...
Sorrir levemente...
Com a consciência que buscou toda sua vida...
Mesmo sem saber.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ontem e Hoje



As vezes me pego olhando fixo para algum ponto e vendo o quanto minha vida mudou completamente em tão pouco tempo.
Olho um ponto, mas vejo o universo.

Minha dúvida é se antes eu não era nada do que sou hoje e me transformei... Ou se o que tinha nas mãos, era a semente fértil, quase morta, sufocada por um senso de responsabilidade e ideais que esavam como chumbo e me sufocariam até me matar... Em muito pouco tempo. Muito, muito pouco.

Eu fico com a segunda opção, porque nao vejo como eu poderia adquirir tanta força, tanta vontade, determinaçao e coragem (ah, a coragem!) que possuo hoje.

Poderia fazer meu discurso clichê de que nao sou melhor do que eu mesma fui, pois antes eu também parecia ter qualidades que nao consigo mais ver agora. Meus inquisitores particulares certamente dirão que piorei. Porem... The hell com os inquisitores. Eles não ligam pra mim. Eu ligo. E somente eu sei o quão feliz sou agora.

Hoje sei que o ar entra mais facilmente por meus pulmões, que meus olhos alcançam mais longe, que posso ir muito mais distante, mergulhar mais fundo, sorrir mais largo e sentir.
Ao trocar uma rotina pesada e triste pela alegria constante que mora em mim agora, eu também troquei de vida... E adorei cada instante dela.

Em poucos meses, li mais livros do que em quase toda minha vida, exercitei meu corpo, minha mente e meu espirito, me cuidei, refleti, rejuvenesci, me reinventei e finalmente me apaixonei por mim mesma.
Agora, amo cada parte de mim. E quando erro, ou de me odeio, logo depois me compreendo e me amo mais ainda.

E tudo mudou tanto a ponto de parecer que outra pessoa tomou meu corpo! Mas esta outra é tão real e feliz que não há desejo algum em exorcizá-la! Deixe que esta viva em mim! Mas também... quem em dã consciencia ia querer que ela fosse embora?

Me chamam de louca porque viajo sozinha, me embrenho, no mato e pouco conheço do medo... Mas mais arriscado que isso é asssitir Faustao, novela e futebol morgado na poltrona. De fato os Homers Simpsons nunca vai me entender.

Na verdade, nem me sinto fazendo algo magnânimo para a humanidade. Eu sou é egoísta. É por mim tudo isso. Ninguem vai acreditar, mas isso é so aquela menininha medrosa de olhos arregalados conhecendo, enfrentando e admirando a mulher que ela sonhou profundamente ser.
Eu consegui.

E meu maior, talvez único, mérito neste encontro comigo mesma, seja essa satisfação que me preenche e me deixa em estado de graça permamente... Como um êxtase religioso que vicia, entorpece e nao se esvai.
Meu Deus, como eu sou feliz...

Minha única prisão agora se chama Liberdade.
E é com minha liberdade mais genuína que eu juro que vou a cada parte desse planeta. E fora...

Olho a imensidão do mar, sinto o sal na boca, o cheiro, o vento em meu rosto, sinto a gratidão arrebatar-me a alma... Me abraço aberta, abro os braços, me entrego, inflo os pulmões e então eu sou uma só palavra...

Livre, livre, livre.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Muito Mais

Embora eu tenha que me despedir tão prematuramente, preciso dizer algumas palavras antes que se vá... Talvez para sempre.
Ainda gosto de lembrar do sonho que foi esse encontro, da sua voz, do seu cheiro, do seu toque, do seus olhos, do que senti... Dos detalhes que cada vez ficam mais remotos e desaparecem pouco a pouco... De mim... de você.

Não posso esconder que lamento. Lamento porque eram coisas demais em comum para simplesmente esquecer. Qualquer que fosse o motivo nobre que você tenha encontrado para esquecer tão facilmente...
Mas sou EU que sou assim. Me arrisco, me entrego, me atiro. Não tenho medo do amanhã. Nem pensei se daria certo ou não, quanto tempo duraria, qual o nome teria. Eu só queria viver o momento até onde ele me levasse. Sem pressa. O futuro não me pertence e eu só sei o que poderia fazer para ser e fazer feliz no agora.

Mas entendo que pra você seja diferente. Entendo, entendo... Jamais concordarei, mas entendo. Sei das dificuldades, posso até enumerá-las junto com você. Só que eu nao estou nem aí pra elas! Nao tenho dó de viver, de me apaixonar, nem me previno de sofrer, sentir falta ou me arrepender. Perderia muito mais da minha vida se abrisse mão dela.
Enfim, eu não sei não ser intensa assim...

Certamente que vivi um sonho. Minhas recordaçóes tem todos os trejeitos e o charme de um sonho bom. Amei cada detalhe, dentre, até mesmo, dos que nem lembro mais. E sei que não senti aquilo sozinha. Vi seus olhos encantados, seu corpo inclinado, sua atenção, seu cuidado, seu tom, vi você sem tipos e sem máscara no próprio paraíso, onde nada mais cabia a não ser... Ser irremediavelmente feliz.

Queria que você tivesse me dado a chance de dizer que jamais te prenderia, que eu seria a amiga, a parte boa, os risos, as conquistas, porque eu sou muito mais livre que você... E do que você pode imaginar.
Ah como eu queria dizer que nenhuma outra mulher nesse momento, pode te dar o que eu pude... Em riqueza de sentimento, experiência, felicidade, satisfação e vida!

Porque hoje estou indo embora sem que sequer saibas o quão desejado foi.
E nem uma canção nós tivemos...

Deixando você ir, sei que tenho muito a perder. Te assistir saindo da minha vida, ficando a cada hora mais distante, não é fácil. Mas somente te deixando ir, me abrirei a viver novos sentimentos e só assim, deixarei você pra trás... Como você escolheu.
Eu te exorcizei e te matei em mim. Mas foi só porque tinha que ser assim.
Por tudo isto, você nunca saberá se é você ou não. Mas eu sei que lerá minha despedida.... E tomara que você alcance a saudade com que escrevo estas palavras agora...

Mas eu juro, por tudo que tivemos, que estou bem. Mas, ainda sim, eu te prometo...
Que esta será a única vez...
Que direi que é a última vez.
E sobretudo, muito muito obrigada por ter feito parte da minha vida.
- Mas... (não posso evitar dizer) se ficasse nela, seria muito mais feliz! -

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Caí de Amores


Sou uma mulher cheia de ideais, convicções, determinações e todo radicalismo que o universo me deu. Tenho muito orgulho de ser assim num mundo onde ninguém se importa. Eu visto a camisa, vou fundo, desbravo os limites conhecidos e me faço muito feliz assim.

Mas há em mim o que seja negociável. Algumas vezes só descubro isso quando chega a situação, sempre inesperadamente...

E foram tantas as vezes que me abri ao novo e a novas perspectivas que não me sinto mais segura em dizer "nunca" diante de nada nessa vida.

Costumo dizer que para que eu pague a língua, basta que eu afirme ou negue qualquer coisa. E desta vez não foi diferente...

Saída de dois longos (longos mesmo) relacionamentos, o último recentemente, parei e vi que passei metade, e a melhor metade (porque na outra, eu era criança), da minha vida envolvida com dois homens apenas.
 Dois homem que me ensinaram muito, mas que não eram o homem da minha vida, apesar de eu ter ido muito longe na crença de que um deles era.

Ambos me ajudaram a ter experiências únicas. Um deles me tornou mulher, o outro foi o melhor amigo que tive na vida e o grande amor até aqui. E mesmo após tudo que vivemos, hoje lhes tenho gratidão, mas nunca deixei de pensar do que estava abrindo mão, me comprometendo tão cedo e não conhecendo outra vida, além daquela que me mandaram viver.

Então neste último ano eu fiz TUDO que uma mulher antes sufocada deve fazer. Descobri a natureza de uma maneira ativa, fazendo trilhas, montanhismo, conhecendo ilhas, praias, fazendo travessias, dormindo dias em barracas, carregando peso, caminhando muito mais do que minhas pernas pensavam ser capazes... Usando sempre o lema "Se eu tenho medo, eu faço" e assim acabei com quase todos os medos físicos que senti até hoje.

E acabei de vez com minha baixa auto-estima crônica, cultivada desde a infância. 
Estar solteira e poder fazer o que eu quisesse abriu meus horizontes. Meus limites se ampliaram vertiginosamente. E tudo pelo simples fato de eu precisar visceralmente descobrir quem eu era.

Sei que essa é uma missão pra vida toda, mas posso garantir que agora, neste ano, eu descobri mais sobre mim do que reunindo tudo que aprendi em toda minha vida.

Acertei, errei, avancei, recuei, provoquei, me apaixonei, encantei, magoei, chorei. Mas ciente de que cada uma de minhas lágrimas e cada um de meus sorrisos foram essenciais para minhas conquistas pessoais e ser quem sou agora.

Sou profundamente grata por este ciclo que se abriu pra mim.
Então, eu decidi que ficaria sozinha por muito tempo a partir daí. Por isso comecei a pensar em criar este blog... Ir contando as minhas aventuras a desconhecidos era uma idéia que começava a me atrair demais. 

E como solteira convicta e feliz, costumava dizer que só encontraria meu velhinho no baile da terceira idade, ou quando um estivesse escorando no outro pra ambos não caírem doentes.

Cheguei a ser bem ríspida com pessoas que não vivem sem um companheiro, que não sabem ficar a sós consigo mesmas. Pois nunca entendi como alguem poderia procurar sua metade, se já somos feitos inteiros. 

Acho que no fundo, nunca procurei alguem que me completasse, mas que me transbordasse.
Tive muita vontade de me apaixonar neste período. Até me apaixonei. Os homens de maneira geral se encantam pela minha coragem e pelo tipo de vida que levo, mas sou intensa e livre demais. Muito poucos são capazes de viver no limite diariamente. Esses poucos eu encantei, mas, por algum motivo, não nos levamos adiante.

Eu estava muito convicta de que não era mais a hora de me prender, me escravizar, me anular. Passei tanto tempo enterrada numa vida de abnegação que desejei viver a vida de solteira, como nunca experientei. E ser muito feliz assim. Cheguei a dizer algumas vezes que "nunca mais".
A maldição do "nunca mais"....

 .... Até que, de uma situação estranha e inesperada, surgiu alguém que invadiu e transbordou meu ser.
Como outrora eu achava que deveria ser.
Disse as coisas certas, fez as coisas perfeitas, sentiu o que era pra sentir, exagerou na dose certa e assim chegou ao ponto. O tênue e exato ponto de me conquistar. E não só me conquistar por eu não querer ser conquistada, mas por admirar a "eu" que mais gosto de ser.
Ele não é perfeito, mas é meu príncipe. Traz uma alegria inexplicável à minha vida. E me faz sentir uma garotinha, me dá vontade de ser a Madonna em Like a Virgin.

Gosto do que temos e o que temos intenso, íntimo e só nosso. E decidimos, os dois trintões, namorarmos escondido.
Mas ele é meu príncipe HOJE. 
Ou enquanto isso durar.

Mas não vou deixar de viver só porque pode terminar.
Não sei o dia de amanhã. Não acredito mais em "para sempre", mas gosto de divagar sobre isso. Seria uma delícia se meu "para sempre" começasse agora. 
OU não!

Tudo o que sei é que nessa vida não existem garantias. Nada de apegos. E só o que posso viver é o agorta, intensamente. Dar tudo de mim ao que é, não ao que foi nem ao que será.
Escutar canções de amor bem alto, abrir a janela do carro e deixar que o vento me descabele e quase me sufoque, subir até o monte mais alto só pra dizer que consegui, fazer amor com toda minha essência suave e selvagem com alguem que veja através do que quero ser, que veja quem sou. E ame mesmo assim.
Então decidi que quero viver algo alem da liberdade que conquistei. Mas posso me entregar a alguem que valha a pena. E ele vale.

Desta vez quero sentir a plenitude de amar e ser amada sem medo e sem limite. Ser tomada nos braços como uma virgem do seculo XV. Porque o que sou mesmo é o amor da minha própria vida. E só por isso posso amar outro alguém com tanta verdade.
E o que for, será. Não tenho medo nem certeza. Um dia de cada vez, mas como se fosse o último. Disso não abro mão.

E só posso fazer isso porque agora eu sei que sou minha, só minha. E não de quem quiser. Sou deus, tua deusa, meu amor...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Eis a SUA Aventureira




Sou uma mulher de muitas paixões e muitos blogs. Estou em todas as redes sociais. Quando eu morrer, na minha lápide estrá aquela famosa inscrição "Enfim OFF Line".
Piadinha  mais batida!

Há alguns anos me separei após ter me dado conta de que passei mais de metade de minha vida envolvida com pouquíssimoshomens, o que foi bom pra que eu descobrisse algumas coisas, mas sob outro aspecto, foi um desperdício.

E depois que separei, vi um novo mundo: um universo paralelo. Descobri coisas sobre mim que jamais imaginei. E gostei dessa nova eu. Na verdade, me apaixonei por essa mulher. E mais do que por qualquer outra pessoa que eu tenha conhecido.

Há meses, fui picada novamente pela abelhinha do "criar um novo blog". Fiquei com muito tesão nessa idéia, pórque desta forma, eu poderia compartilhar essa vida nova, intensa e rica de experiências, sensações e sentidos com os quais a alimento diariamente.

E eu so entraria nessa se visse algo determinantemente interessante. Então resolvi me questionar sobre essa motivação e enfim a encontrei.

Na internet e na vida real, está cheio de mulheres comuns. Mulheres vaidosas, cheias de restrições, não me toques, conceitos préconcebidos, vivendo suas vidas chatas atrás de um homem que as complete e blablablá. Eu não sou essa.

Tenho um pensamento altamente masculino, o que me permite transitar entre esses dois universos, sem pedir autorização ao guardião destes portais.

Na verdade, ter cabeça de um homem médio num corpo de uma mulher em seu auge é um privilégio que, a meu ver, abre muitas portas e me dá um olhar único em relação às atitudes dos homens e mulheres que simplesmente vivem, não se questionam sobre o outro tipo de vida que poderiam levar.
Eu não me conformo muito com isto, mas juro que vou tentar me bastar só de saber que, através de mim, estas pessoas (você), poderão sentir e dividir comigo o quão livre uma mulher pode ser.